A influência dos compositores e da sua música

A música é omnipresente na vida de todos. Dos simples ritmos, a uma peça elaborada por compositores famosos, a música é, sem sombra de dúvida, uma das maiores influências no estado de espírito das pessoas. Como não tem fronteiras facilita a ligação entre os indivíduos, independentemente da nacionalidade de cada um, e sem ela o mundo seria um local bem mais vazio e pobre em sentimentos e emoções.

Crescer com harmonia

Desde pequeninos que os indivíduos aprendem a conviver com todo o tipo de expressão musical. O bebê, ainda na barriga da sua mãe, está já familiarizado com o bater do coração e outros ritmos associados às frequências biológicas dos vários órgãos. Há também quem defenda que ouvir certo tipo de musicalidade durante a gravidez, normalmente obras de compositores clássicos, promove o bem-estar e o desenvolvimento físico e mental da criança. Já na infância, durante a aprendizagem, a música poderá ser um instrumento importante no processo de ensino pois permite criar um terreno fértil para a imaginação e para o desenvolvimento da criatividade e do raciocínio.

Os ritmos definem as pessoas

Sem dúvida que os gostos musicais refletem o tipo de pessoa que cada um é. Uma das perguntas mais usuais ao conhecer alguém é “que tipo de som ouves”? É também bastante comum encontrar casais que têm a “sua canção”, que associam a um momento muito marcante das suas vidas e que, por isso, fica nas suas mentes registrado de forma permanente. Cada um tem os seus gostos e as suas preferências musicais, desde o estilo mais pop a obras de grandes compositores, mas dificilmente se encontra alguém que afirme não gostar de música.

A influência dos ritmos nas emoções

As emoções de cada um são influenciadas pelo tipo de som que se ouve. Cada indivíduo é único, mas para cada um há canções que permitem relaxar, que provocam melancolia e tristeza, que despertam sensações de sensualidade ou de romantismo. Até a violência pode ser promovida por escutar determinado tipo de som. No dia-a-dia existe a tendência para ouvir aquilo que reflete o estado de espírito no momento. O contrário também é válido, ou seja, ao escutar determinadas canções é possível conseguir elevar a moral, em dias mais tristes, ou despertar sentimentos de saudade, de angústia ou mal-estar.

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Ir ao shopping para fazer compras pode ser antidepressivo?

A apetência por fazer compras esteve sempre mais associada ao sexo feminino. Na sua generalidade, as mulheres adoram ir ao shopping e passear em frente às montras, experimentar roupas, sapatos e outros acessórios. Quais as desculpas mais utilizadas para justificar a necessidade constante de comprar?

O comprador compulsivo

A sociedade de consumo, vigente nos dias que correm, levam a que as pessoas passem cada vez mais tempo no shopping. Valoriza-se a última moda, o corte de cabelo mais usado naquela estação, o perfume mais publicitado na TV, a maquiagem mais recente e mais badalada, tudo serve de desculpa para ir fazer compras. A satisfação que resulta desta tarefa tão simples é extremamente gratificante para a maioria da população feminina. Este tipo de pessoas consegue justificar de forma convincente as constantes necessidades de mudar de visual e de guarda-roupa. Poderão estas mulheres estar a mascarar estados depressivos com atitudes consumistas? Estar deprimida serve frequentemente para legitimar comportamentos compulsivos associados ao desejo de adquirir bens, produtos ou serviços que não são efetivamente necessários.

A depressão pode estar a ser usada como desculpa para fazer compras?

O perfil do comprador que vai ao shopping identifica-se, sem dúvida, mais com as mulheres. São também elas as vítimas mais comuns da depressão. Poderão estes dois fatores estar associados entre si? As mulheres fazem mais compras porque estão mais deprimidas? Uma análise ao comportamento típico das pessoas que sofrem de depressão identifica nestes indivíduos uma frequente perda de interesse em desenvolver atividades habitualmente sentidas como agradáveis, estimulantes e de caráter social. O cansaço, a perda de energia, a tristeza, o pânico e a ansiedade em se sentirem expostas faz com que estas pessoas tenham uma tendência maior para permanecerem fechadas em casa, muito centradas no seu mundo e muito viradas para si próprias. Tendo em consideração este comportamento, tão habitual nos indivíduos que sofrem de depressão, dificilmente se consegue relacionar uma atividade social como ir ao shopping com atividades de eleição de quem está de facto deprimido. As mulheres procuram sim, com a desculpa da depressão, compensar e camuflar frustrações, tristezas e situações emocionais e afetivas conflituosas.

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O contributo de Dalai Lama para a humanidade

Dalai Lama é considerado por muitos como um homem extraordinário. A sua influência faz-se sentir por todo o mundo, quer como líder espiritual do budismo, papel que desempenha desde 1940, quer como chefe político oficial do governo tibetano, em exílio. Tendo sempre presente a defesa dos direitos dos tibetanos, este homem chamou a si a missão de alertar as sociedades, e os seus representantes civis, políticos e religiosos, para a necessidade de se erguerem em favor da preservação da paz e da identidade cultural e religiosa do Tibete.

Quem é Tenzin Gyatso?

O atual Dalai Lama, de 77 anos de idade, nasceu com o nome de Tenzin Gyatso numa pequena localidade do Tibete. Filho de agricultores de origem humildes, com a tenra idade de 2 anos foi considerado como a encarnação de Chenrezig, “o protetor do Tibete”, e reconhecido como o décimo quarto Dalai Lama. A vida desta criança sofreu profundas alterações, mudou de local de residência, para a capital do Tibete – Lhasa – e consagrou-se ao estudo da filosofia e da psicologia do budismo, numa completa dedicação ao mundo espiritual e religioso. Com o passar dos anos a sua atenção virou-se também para a compreensão de outras religiões e a observação da cultura ocidental da ciência. Em 1950 a China invade o Tibete e, após 9 anos de resistência pacífica, Tenzin Gyatso vê-se obrigado a abandonar o seu país e a procurar refúgio na Índia, onde vive desde então em exílio.

Que impacto tem Dalai Lama na sociedade?

Galardoado com o Nobel da Paz em 1989, as convicções deste homem, profundamente religioso e dedicado a espalhar a harmonia e os ideais budistas, fizeram dele um símbolo, respeitado por muitos, da luta pacífica pela sobrevivência de um povo e do reconhecimento dos casos de genocídio, que têm sido uma prática corrente contra os tibetanos desde a sua anexação pela China. A sua preocupação em mostrar que é possível unir a ciência com a espiritualidade bem como as inúmeras ações de promoção dos valores humanos como a paz, a cultura e a responsabilidade universal fazem dele uma das maiores e mais respeitadas figuras de toda a humanidade.

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A versatilidade do Coco

Água, leite, óleo, polpa, casca, fibras, folhas e casca. Tudo é aproveitado no coco. Além de versátil, ele pode alimentar e matar a sede das populações mais pobres. Democrático, ele nasce em abundância em diversas partes do Brasil, e basta subir em seus pés, os coqueiros, ou esperar que ele caia, para aproveitar esta delícia.
O Brasil é o segundo maior consumidor mundial de coco, perdendo apenas para a Índia. Mas não é para menos, afinal dele se aproveita tudo, da casca à polpa. Além de rico em nutrientes, tem sabor delicioso e pode ser usado em pratos doces e salgados. Sua água mata a sede e repõe o potássio perdido pelo organismo e seu leite pode ser utilizado por aqueles que têm alergia ou intolerância à lactose, além de conferir sabor especial aos pratos da culinária mundial.

Por dentro do Coco

A quantidade de usos é surpreendente. Quando verde, possui uma deliciosa água, muito apreciada principalmente nas praias brasileiras. A polpa, mole ainda, é comestível e possui uma riqueza de nutrientes insuperável. Quando maduro, sua água vira leite, e sua polpa, seca, é ralada e comercializada para o preparo de doces. Cocadas, quindins, bolos, tortas, bombocados e queijadinhas são apenas algumas das receitas que podem ser feitas com a fruta.

Aproveitando tudo

Mas a versatilidade do coco não para por aí. Sua casca é muito utilizada em artesanato, na confecção de brincos, colares, potinhos, utensílios domésticos, instrumentos musicais, brinquedos e até biquínis. Das folhas dos coqueiros são feitas vassouras em geral, e das fibras a piaçava, uma vassoura de cerdas bem duras e muito eficiente na limpeza doméstica. E o melhor é o baixo custo em relação às vassouras feitas com cerdas sintéticas.

Propriedades terapêuticas surpreendem

Do coco também é extraído um óleo, muito utilizado na indústria para a fabricação de óleos bronzeadores, alguns outros cosméticos e sabão. E não para por aí. Recentemente, uma pesquisa comprovou que seu óleo Coco emagrece e causa saciedade, fazendo com que a fome diminua. Uma excelente notícia para os gordinhos, principalmente porque agora o óleo também é comercializado na forma de cápsulas, gel ou in natura. Realmente é uma fruta surpreendente. Com tantas maravilhas oferecidas, tanto verde quanto maduro, ele é sem dúvida, o Rei das Frutas.
“foto de um coco!”

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Fuxico embeleza roupas e acessórios para casa

O Fuxico é uma técnica de artesanato feita com tecidos coloridos recortados em círculos, que ao serem franzidos ficam com aspecto de flores. Estes círculos compõem diversas peças, como colares, bolsas, toalhas de mesa, roupas e vários outros objetos. Tipicamente brasileiro, confere graça e beleza com suas formas e cores, deixando mais alegre os diversos ambientes que compõem.
A técnica é empregada em todo o Brasil na confecção dos mais diversos objetos. Sua origem remete ao Brasil Colonial, e a hipótese mais cogitada é a de que os escravos tenham iniciado a técnica, baseada em outra técnica, a do patchwork, com pequenos retalhos que sobravam das costuras de seus proprietários. O fuxico sempre foi associado às populações de baixa renda, mas há cerca de 10 anos firmou-se no mercado nacional por conta da mudança de status desta e de outras técnicas artesanais. No Brasil, houve uma valorização dos produtos artesanais, passando a serem consumidos por todas as camadas sociais.

Mas afinal, o que é o fuxico?

O termo significa fofoca, e foi utilizado porque, segundo histórias, as mulheres que os teciam se reuniam para fofocar. Fofocas e maledicências à parte, o fato é que trata-se de uma belíssima técnica que não dá limites à imaginação. Eles enfeitam e decoram os mais diversos tipos de objetos, com graça e simplicidade.
Retalhos de tecidos são recortados de maneira circular. Não há restrições ou recomendações quanto ao tamanho, o que permite criar diferentes peças, compondo diversos estilos. Depois são alinhavados em suas bordas até completar o círculo. No último ponto, o alinhavado é puxado, formando as flores. Pode parecer complicado no início, mas quem pratica afirma que é muito fácil e rápido de aprender.

Variados tecidos conferem diversidade ao fuxico

Apesar de democrático, para que fique realmente belo, deve ser feito em tecidos como chita, popeline ou tricoline, por suas estampas, estrutura e durabilidade. E o melhor é que estes tecidos costumam custar pouco.
Se a preferência for por peças mais neutras, o ideal é escolher tecidos lisos ou de estampas suaves e pequenas. Se a idéia for dar um ar mais despojado, as estampas grandes e coloridas são as mais indicadas. Podem ser usados também tecidos com estampas de peles de animais, como os de zebras, tigres e onças. Petit Pois, ou bolinhas, também é uma excelente opção para conferir leveza aos fuxicos, e combinam com diversas composições.

Como fazer fuxico

A princípio confeccioná-los pode parecer difícil, mas não é. Basta ter agulha, linha, lápis, tesoura de tecido, um molde redondo, retalhos cortados em círculos e pronto: eis a matéria prima para os primeiros fuxicos. No início a falta de prática pode deixar as peças estranhas, ou mal acabadas, mas com a prática vem a perfeição. Em pouco tempo já é possível fazer lindos fuxicos.
Depois de cortar os tecidos, deve-se passar a linha na agulha (preferencialmente dupla para quem não tem experiência) e fazer um nó bem firme e grande no final, para não perder a ponta. Em seguida, basta alinhavar em pontos pequenos, sempre mantendo o mesmo tamanho e espaçamento entre eles. Após alinhavar toda a extensão do círculo, deve-se puxar a linha no intuito de fechar e franzir o círculo. Depois é só ajustar e cortar a linha. Se preferir, pode finalizar o miolo com um botão forrado ou simples. O importante é treinar e soltar a imaginação, assim as peças sairão lindas e autênticas.
“foto de fuxico!”

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Capim dourado confere especial beleza aos acessórios femininos

Planta tipicamente brasileira, da região do Jalapão, o Capim Dourado serve de matéria-prima para a confecção de bijuterias e acessórios, conferindo especial beleza às peças, além de uma cor dourada única. Extraído durante uma determinada época do ano, para que não entre em extinção, é também o responsável pelo sustento de diversas famílias da região, que vivem exclusivamente da extração e confecção de peças. O Capim Dourado foi apresentado ao mundo na década de 90, por conta de uma grande feira de artesanato. Desde então sua produção aumentou consideravelmente, a ponto de ser necessária a regulamentação do plantio e da extração. Ele só pode ser extraído no período entre 20 de setembro a 20 de novembro, para que não entre em processo de extinção.

Sustentabilidade garante diversidade

Para que o negócio local de extração de Capim Dourado pudesse ter sucesso, foram necessárias diversas adaptações por parte da comunidade, inclusive a formação de cooperativas para que os artesanatos produzidos com o Capim Dourado pudessem ser comercializados dentro e fora do país. A colheita e produção das peças são feitos de maneira sustentável, garantindo a abundância dos recursos naturais.

Beleza e funcionalidade das peças

São produzidos os mais diversos objetos com o Capim Dourado. Brincos, anéis, colares, pulseiras, bolsas, enfeites de parede, descansos de mesa, aparadores, mandalas, recipientes, potinhos e chapéus são apenas algumas das peças produzidas pelas cooperativas de artesanato da região. As peças possuem beleza extraordinária, e são exportadas para o mundo inteiro.

Melhoria na qualidade de vida da população local

Com a organização dos artesãos e a formação de cooperativas, foi possível formalizar o negócio e fugir da exploração de intermediadores: pessoas que compravam os produtos das mãos de artesãos independentes, pagavam valores bem abaixo do que as peças valiam e depois revendiam para lojas do Brasil e do Exterior com valores agregados bem acima da média. Muitas vezes os compradores nem sabiam de onde vinha a peça adquirida. Outro problema era a colheita irregular, feita a qualquer época, podendo ocasionar a extinção do Capim Dourado. Com as cooperativas, essa realidade mudou, e agora eles podem trabalhar e ganhar o valor justo de produtos tão belos e que encantam aos olhos e ao coração.
“uma foto do capim dourado ou das jóias dele!”

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